A Arte de Transforma - ARTESANATO

Cestaria Indígena 
Quando tomamos ou apropriamos de uma chama nova, uma novo saber,  que vindo  do nosso  cotidiano, do meio onde  vivemos  de nosso circulo de  relacionamento, publico ou privado, nos  tornamos uma pessoa  cada vez mais  completa.  Esta realidade  de nos completarmos  a cada  dia é um processo  que  prova  que estamos  em constante  formação, porém para isto  é preciso  que estejamos  aberto ao novo, ao inédito para  nossas  mãos,  e bem como para  nossa  mente, que  trabalhando  e  absorvendo  o novo, responde  com a aceitabilidade ou a sua  recusa.  
Assim, acreditamos  que  o processo de  ensino  aprendizagem  seja   promovido  a cada  dia  com um  novo momento de  apropriação  do diferente  do inédito, e inclusive  da possibilidade  de  criar  de inovar, reformar,  aproveitar, reaproveitar, insto é incrível. Esta é a arte de criação artesanal, a arte do reaproveitamento da reforma do retocar do tornar um objeto a partir d e nosso saber um novo objeto ou mesmo outro objeto. Na atualidade nada se perde tudo se transforma, e transformar pode nos trazer o prazer do experimento, e assim criamos!
Lixo! Mas que lixo? Com a reciclagem e o artesanato muitas coisas que antes eram lixo pra muita gente, agora são reutilizadas. Basta transformá-la em objetos de decoração, brinquedos e ainda criar um ambiente bem aconchegante sem gastar quase nada, além de ser uma maneira de passar o tempo. Um processo de aprendizagem, e muita criatividade. E o que é melhor, tem tornando uma alternativa na geração de renda familiar.
Podemos então questionar!
Você conhece as origens do artesanato?  Pense em quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica ou descobriu a técnica de tecelagem. Tudo isso foi mais ou menos em 6000 a.C.
Em termos históricos, o artesão é responsável pela transformação da matéria prima em produto acabado, usando as próprias mãos. Em termos sociais, a partir do século XI, uma organização se criou, onde existia o mestre-artesão, dono de todo o conhecimento da técnica de um lado, e do outro, seus aprendizes. Esses grupos, que trabalhavam em pequenos espaços, foram chamados de Oficinas.
O mestre oferecia roupas e comida e principalmente conhecimento, e os aprendizes, mão-de-obra barata. Assim criaram-se também as Corporações de Ofício, ou seja, organizações onde cada mestre-artesão representava sua cidade ou região e assim podia proteger seus interesses socioeconômicos.
Veio a Revolução Industrial e durante essa época obviamente houve uma desvalorização dos trabalhos manuais em detrimento a mecanização, a produção em escala. Foi também um período de contestação, de um lado o capitalismo a todo vapor e de outros artistas e pensadores. Karl Marx, por exemplo, acreditavam que  artesão não podia perder sua posição e sua identificação com o produto. Logo depois foi criado o grupo “Artes e Ofícios”, por William Morris[1].
Assim, nossa Comunidade Escolar, pensando no poder  de  criação de  cada cidadão  aqui aprendendo ou ensino, estamos unidos num objetivo comum, que é de ensinar nossas crianças e adolescentes a trabalhar com o jornal confeccionando objetos diversos. As oficinas estão acontecendo todos os dias após as tarefas de casa ser feitas na oficina o Programa PETI - Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, com a professora Eliane Maria da Rosa. Os alunos Ariadny, Bianca, Joyce, July, Sabrina Rute, Rayane, Núbia, Diego, Thiago João Carlos Alexandre e Higor, estão se destacando nesta arte de confeccionar objetos através de jornais.
Aqui no Brasil, acredita-se que os índios sejam nossos primeiros artesãos e suas técnicas são de estilo marcante como a cerâmica, pintura com tingimentos naturais, cestarias e arte plumária.
O artesanato brasileiro é reconhecido como um dos mais ricos do mundo e proporciona o sustento de muitas famílias e comunidades. O artesanato é de extrema importância para nosso país e faz parte do folclore de cada região funcionando como memória de usos, costumes e tradições importantes da nossa cultura nacional, com particularidade regional, mas todo rico e  cheio da arte criacionista,e  inclusive  nascido a partir  do saber popular, sem muita formação acadêmica, porem  nascido de  mãos  calejadas, mas  dominam um  saber que não se  aprende  em sala de aulas, mas  em qualquer  lugar, a partir  da  vocação pessoal de  cada  artesão que só depende  de  ser  despertado, e é  isto que estamos  focando todos os dias  em nossa Unidade de  Ensino. Trocando experiência e respeitando os  saberes  que vem de fora da  escola.












bolsa em jornal reciclado, da Futurarte, hoje o artesanato é cada vez mais sustentável!


Arte Indígena Brasileira em Cerâmica 







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